Banco Mundial prevê alta nos preços até final de 2024

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Alta nos preços
A alta nos preços estão afetando os países num geral. É um cenário que pode se prolongar até dezembro de 2024

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A alta nos preços estão afetando mais de 92% dos países no mundo. O fato se agravou mais ainda com o conflito entre Rússia e Ucrânia.

Por conta disso, o Banco Mundial está prevendo que esses preços altos podem permanecer até dezembro de 2024.

O Banco Mundial está prevendo que a alta nos preços pode permanecer até dezembro de 2024.

Estamos vivendo uma situação que intensifica a insegurança alimentar e a pobreza extrema no mundo. A alta inflação é um problema enfrentado coletivamente por todos os países.

Trigo corresponde a 25% do consumo total de alimentos no mundo

Segundo o Banco Mundial, 25% dos alimentos consumidos no mundo vêm do trigo.

A guerra na Ucrânia, a crise na cadeia de fornecimento que já existia antes do conflito, e a recuperação interrompida da pandemia agravaram a situação.

Desse modo, o aumento de preço tem um impacto maior em países de baixa e média rendas, que tendem a gastar grande parte do que ganham com comida.

Entre abril e julho deste ano, a alta da inflação afeta mais de 92% dos países de rendas baixa e média baixa. Já as nações de renda média alta tiveram níveis de inflação acima de 5%.

Em muitos países, a alta do preço está na casa dos dois dígitos. Já a parcela de países de renda alta com inflação alta é de 83,3%.

Trigo e milho 20% mais caros

Se comparado a janeiro de 2021, a média do preço do trigo e do milho está 20% mais caro. Já o valor cobrado pelo arroz é 16% mais baixo.

O Banco Mundial diz que a Guerra na Ucrânia alterou os padrões globais de comércio, produção e consumo de commodities em formas que devem manter os preços numa alta histórica por mais dois anos.

No cenário atual, as políticas de comércio impostas pelos países aumentaram. A crise alimentar mundial tornou-se parcialmente pior com o crescente número de restrições ao comércio de alimentos e a meta de subir o consumo doméstico e reduzir os preços.

Até 11 de agosto, pelo menos 23 países haviam implementado 33 proibições de exportação, e sete tinham aplicado 11 medidas de limites de exportações. 

O Programa Mundial de Alimentos divulgou que em junho deste ano, havia 345 milhões em 82 países em situação de fome aguda, o que significa que o acesso aos alimentos, no curto prazo, foi restringido ao ponto de colocar suas vidas em risco.

O Banco Mundial informou que está mobilizando respostas de curto e longo prazos para melhorar a segurança alimentar e nutricional, reduzir riscos e fortalecer os sistemas alimentares em vários países.

O órgão colocou à disposição mais recursos para projetos novos e atuais nas áreas de agricultura, proteção social, água e irrigação.

Projetos anteriores já estavam em curso na Bolívia, na Tunísia e no Egito. Chade, Gana e Serra Leoa receberam um empréstimo de US$ 315 milhões para melhorar a resiliência de seus sistemas de alimentação.

O Banco Mundial também está apoiando programas no leste e no sul da África com US$ 2,3 bilhões para ajudar os países aumentarem a resiliência dos sistemas de segurança alimentar.

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