Qual melhor forma de comprar um imóvel em 2022?

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Para comprar um imóvel em 2022 é preciso analisar vários fatores, porém o financiamento imobiliário continua sendo mais vantajoso

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Comprar um imóvel em 2022 pode ser um ótimo negócio, principalmente através do financiamento imobiliário. É uma facilidade que os bancos oferecem e possibilita a compra da primeira moradia.

O preço médio dos aluguéis de imóveis no país subiu 1,7% em maio de 2022, o que representa uma ligeira desaceleração frente à elevação apurada de 1,84% em abril, segundo o índice FipeZap+ de Locação Residencial, que avalia anúncios de imóveis em 25 cidades brasileiras.

Porém, a variação mensal elevou para R$ 33,91 o valor médio do metro quadrado disponível para locação no Brasil. Desta forma, para alugar um “imóvel-padrão” de 65 metros quadrados em território nacional é necessário desembolsar, em média, em torno de R$ 2.200 todos os meses.

É melhor alugar ou comprar para revender?

Com relação ao aluguel, o ideal é comparar com o financiamento imobiliário. O financiamento, mesmo com juros mais altos por causa da taxa Selic (13,25% ao ano), ainda vale mais a pena. Além disso, se você der uma boa entrada, consegue diminuir as parcelas do financiamento.

Com isso, a prestação pode chegar a ser o mesmo valor de um aluguel. As cidades tiveram uma valorização imobiliária no último ano. Isso prova que o investimento em imóvel traz ótimas rentabilidades.

Portanto, é um investimento seguro, já que o imóvel é uma moeda forte e dificilmente vai desvalorizar. sendo assim, você poder ter uma renda passiva se optar por alugar.

Outra vantagem, é que no financiamento imobiliário você pode ir amortizando a sua dívida, ou seja, você consegue pagar mais rápido, diminuindo o prazo.

Qual a melhor opção para comprar um imóvel em 2022 – consórcio ou financiamento?

Consórcio e financiamento são produtos diferentes. No financiamento o cliente tem a posse e o direito da compra do imóvel no momento em que contratar o financiamento.

Portanto, é para quem quer comprar naquele momento. Para isso, é necessário ter recursos próprios para pagamento da entrada de pelo menos 10% do valor do imóvel.

Já no consórcio, você entra em um grupo com uma determinada carta de crédito, paga as parcelas mensais e quando for contemplado, seja por sorteio ou lance, sai à procura do imóvel.

Anualmente, há a correção das parcelas e da carta, para que seja possível acompanhar a valorização do bem imóvel até sua contemplação.

Por isso, o financiamento tem a questão do imediatismo, o consórcio foca em quem pensa em aquisições futuras.

Assista o vídeo a seguir para saber mais detalhes:

O que tem sido mais demandado pelos consumidores?

Na pandemia, houve um aumento da procura pelo financiamento, pois muitas pessoas estavam trocando de imóvel no período, buscando melhores condições para viver.

A taxa Selic influencia no valor do financiamento, que hoje está em torno de 8% em média. Porém, a taxa Selic está a 13,25% ao ano. Se os juros sobem, o do financiamento também sobe, mas no caso dos imóveis não necessariamente.

Portanto se o cliente fizer a conta e tiver o dinheiro para comprar o imóvel à vista, vai obter a valorização do imóvel e do aluguel. Mas, por exemplo, se você aplicar R$ 1 milhão em renda fixa vai ter algo em torno de 12% ao ano. Já se financiar, vai pagar 8%, o que sobraria ainda 4% de lucro.

Tem interesse no financiamento imobiliário?

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