Portabilidade de empréstimo – como funciona?

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Portabilidade de empréstimo - como funciona?
A portabilidade de empréstimo é uma alternativa para quem quer trocar uma dívida com juros altos por outra com juros mais baixos

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Por meio da portabilidade de empréstimo é possível transferir uma dívida de um banco para outro. Desse modo, pode trocar uma dívida com juros altos por juros mais baixos.

O CEO da SejaBest, Gaspar Motta, explica que a portabilidade de empréstimo só deve ser feita quando o devedor encontra condições melhores, ou seja, taxa menor.

Quais são as regras da portabilidade?

Em primeiro lugar, a portabilidade pode ser feita por quem fez financiamento ou qualquer modalidade de empréstimo. “Supondo que a nova instituição financeira ofereça uma taxa fixa para alguém que tem uma dívida com indexador IPCA, aí vale a pena fazer a portabilidade”, explicou.

Motta explica também que na portabilidade pura você deve respeitar o saldo devedor. “Se você deve R$ 200 mil, você vai portar R$ 200 mil. Tem que respeitar exatamente o saldo atualizado da sua dívida”, concluiu.

Outro detalhe é que você não pode estender o prazo do pagamento. Em contrapartida, se sua renda permitir pagar a dívida em menos tempo, aí tudo bem.

Motta afirmou que a taxa de juros e tabela de amortização podem ser trocadas. “Pode, por exemplo, trocar da tabela Price para a tabela SAC”.

Outro ponto é trocar o tipo do produto. “Uma pessoa que pegou um produto de poupança pode, por exemplo, trocar para TR”, garantiu.

Desse modo, é importante ressaltar que o novo banco faz uma análise do devedor para aprovar a operação. “Os bancos analisam seu histórico de pagamento e sua situação de crédito atual com o mercado”, explicou.

Outra opção de portabilidade

Motta destaca outra modalidade que também não deixa de ser uma portabilidade.

Segundo ele, essa outro método é chamado de IQ (Interveniente Quitante), onde o segundo banco irá intervir quitando a dívida no primeiro banco. Sendo assim, o segundo banco assume a dívida.

Motta explica que essa opção é menos burocrática do que a portabilidade pura. “Com o IQ, a pessoa pode pegar mais dinheiro, além de conseguir estender o prazo de pagamento”.

É uma modalidade mais flexível e se aplica mais ao empréstimo do que ao financiamento.

Qual é melhor?

Segundo Motta, para quem possui um financiamento imobiliário, a melhor opção é a portabilidade pura, já que não irá alterar o valor e nem o prazo do pagamento. “A nova taxa tem que realmente valer a pena, algo em torno de 15 a 20% de economia por ano”, afirmou.

Já para quem está pagando um empréstimo e quer mais capital, estender o prazo do pagamento, além de trocar de taxa, o melhor é o interveniente quitante. “Se você tem um imóvel, coloca seu bem como garantia. É o melhor negócio”, concluiu.

Quer saber mais detalhes sobre esse assunto? Assista o vídeo a seguir:

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